As minhas são as cores da África surpreendendo em ritmos e misturas capazes de despertar sentimentos ancestrais. Pretendo esses dias viajar até lá e quem quiser me acompanhar é só dar um pulo no Centro Cultural Banco do Brasil, no centro do Rio, para visitar a maior exposição de arte africana contemporânea já vista aqui, a Ex África.

A imagem de um vinil rodando na vitrola traz boas lembranças de tempos dançantes. Recordações gostosas, dizem os neurocientistas, melhoram nossas sinapses turbinando os neurônios para o que der e vier. Por isso feche um pouco os olhos e deixe a mente viajar por histórias memoráveis nesse momento retrô de fim de ano. Mais do que dar presentes, o momento é de se fazer presente, parceiro, amigo.

Bandeira branca amor! Oprahs, danusas e deneuves, romeus e casanovas arrependidos, é chegada a hora de dar um tempo nesta acirrada guerra dos sexos e lembrar as boas maneiras de seduzir. Amar uma mulher sobre todas as coisas sem nunca esquecer que nela não se bate nem com uma flor.

Maldita a hora que baixei este aplicativo Bisoux. Virou tentação, dependência, referência. Agora, sempre que preciso comprar um presente e até ir ao cabelereiro corro para o Bisoux. Num momento em que todo mundo fala de consumo inteligente, é lá que encontro qualidade, estilo e desconto. Com muitas vantagens: além de descontos em produtos interessantes, ganho pontos que não expiram.

O termômetro subiu. O que fazer para seu estilo não sucumbir? Atravessar o verão a quase 40 graus virou um desafio para o carioca, especialista no jogo de cintura do look balneário chique. Para começar, nada como uma espadrille para os rapazes.

Na onda vintage do momento, borogodó é uma palavra que deixa qualquer outra no chinelo. Não tem trendy, fashion, mitou ou lacrou que tire o borogodó do borogodó. Se você não consegue definir a beleza, o charme e o estilo de algo ou alguém, basta dizer que tem borogodó. E é isso que o borogodó tem de interessante, democrático e subjetivo. Não é uma unanimidade mas algo muito pessoal e intransferível, sem obedecer a qualquer padrão.

Nada como começar o ano cercado de verde por todos os lados. Molhar o pé na espuma branca de uma cachoeira esperando que Iemanjá dos rios nos abençoe. Contemplar a alegria barulhenta das maritacas em bando chegando para almoçar numa palmeira.

Flat, a palavra tomou conta do nosso jeito de andar. Planas, rasteiras, as flats dão aos pés uma segurança incrível nesse mundo cheio de armadilhas, que vão dos buracos nas calçadas a golpe de tudo quanto é tipo. As flats fazem você seguir o conselho de Dona Ivone Lara e pisar nesse chão devagarinho.

Momento de trégua, confraternização, união. Tempo de oração para quem tem fé de que o novo ano vai começar melhor. Esperança e paz numa festa que celebra morte e ressurreição. Hora de lembrar de quem amamos e de presentear. De quem você quer lembrar nesse natal?

Meditação, oração, despacho na encruzilhada, medalha milagrosa, fé. Coachers, gurus e místicos, que me perdoem mas não tem nada mais poderoso do que um belo anel no dedo indicador. Da madrasta da Branca de Neve a Angelina Jolie (nossa eterna Malévola), não há feitiço, mal olhado e quebranto que resista ao elegante e voluntarioso dedinho.

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