Adoro cabeças. As cabeças esculpidas pela arte popular brasileira. As de carnaval, embelezadas pela arte do fascinator. Aquele arco milagroso capaz de sintetizar toda uma fantasia onde ela mais importa: na cabeça. Caprichosa, difícil de fazer, fácil de perder, é a cabeça que comanda, embora muitas vezes divida suas decisões com o coração.

Nada como começar o ano cercado de verde por todos os lados. Molhar o pé na espuma branca de uma cachoeira esperando que Iemanjá dos rios nos abençoe. Contemplar a alegria barulhenta das maritacas em bando chegando para almoçar numa palmeira.

Flores na cabeça, o carnaval está aí, batendo na porta, espantando crise, deixando entrar a alegria. Mesmo para quem vai fugir dos blocos, são dias de calma na serra ou refúgio em alguma praia. É o momento de aproveitar as promoções para garantir o estilo ao longo do ano. E tem muita gente que trabalha para muita gente se divertir.

Momento de trégua, confraternização, união. Tempo de oração para quem tem fé de que o novo ano vai começar melhor. Esperança e paz numa festa que celebra morte e ressurreição. Hora de lembrar de quem amamos e de presentear. De quem você quer lembrar nesse natal?

As minhas são as cores da África surpreendendo em ritmos e misturas capazes de despertar sentimentos ancestrais. Pretendo esses dias viajar até lá e quem quiser me acompanhar é só dar um pulo no Centro Cultural Banco do Brasil, no centro do Rio, para visitar a maior exposição de arte africana contemporânea já vista aqui, a Ex África.

A imagem de um vinil rodando na vitrola traz boas lembranças de tempos dançantes. Recordações gostosas, dizem os neurocientistas, melhoram nossas sinapses turbinando os neurônios para o que der e vier. Por isso feche um pouco os olhos e deixe a mente viajar por histórias memoráveis nesse momento retrô de fim de ano. Mais do que dar presentes, o momento é de se fazer presente, parceiro, amigo.

Bandeira branca amor! Oprahs, danusas e deneuves, romeus e casanovas arrependidos, é chegada a hora de dar um tempo nesta acirrada guerra dos sexos e lembrar as boas maneiras de seduzir. Amar uma mulher sobre todas as coisas sem nunca esquecer que nela não se bate nem com uma flor.

Maldita a hora que baixei este aplicativo Bisoux. Virou tentação, dependência, referência. Agora, sempre que preciso comprar um presente e até ir ao cabelereiro corro para o Bisoux. Num momento em que todo mundo fala de consumo inteligente, é lá que encontro qualidade, estilo e desconto. Com muitas vantagens: além de descontos em produtos interessantes, ganho pontos que não expiram.

O termômetro subiu. O que fazer para seu estilo não sucumbir? Atravessar o verão a quase 40 graus virou um desafio para o carioca, especialista no jogo de cintura do look balneário chique. Para começar, nada como uma espadrille para os rapazes.

Na onda vintage do momento, borogodó é uma palavra que deixa qualquer outra no chinelo. Não tem trendy, fashion, mitou ou lacrou que tire o borogodó do borogodó. Se você não consegue definir a beleza, o charme e o estilo de algo ou alguém, basta dizer que tem borogodó. E é isso que o borogodó tem de interessante, democrático e subjetivo. Não é uma unanimidade mas algo muito pessoal e intransferível, sem obedecer a qualquer padrão.

Receba nossa Newsletter!

 
amandas_heloisa_marra4.png